Pretendendo ser o filho invisível
Confesso " nunca lí este conto do Luiz Paulo, vou juntar agora o que sinto e converter o título pra qualquer coisa"
Pretendo de hoje pra depois, nos dias que me seguirem por vontade própria, não pertercer a família nenhuma. Não tenho mais afeto por estes que mal entendem sobre ser feliz, mal entendem que os tempos são outros ... A minha vida inteira eu sonhei, sonhei e sonhei e agora já não dá mais. Já não tenho um amor, não tenho um bom emprego e ninguém nota nenhuma qualidade em mim que realmente exista..... Se o futuro me reservar alguma chance quando meu pai entrar pelo apartamento com a chave de um automóvel.. direi com mero descaso.. "Ah, é chave de carro? Pendure alí junto com todas as inúmeras outras"
Escrito por r u l às 21h11
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